Qual a taxa Selic hoje (Novembro 2025)?

Qual a taxa Selic hoje (Novembro 2025)?

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Copom mantém a taxa Selic , conforme previsto pelo mercado

Neste artigo iremos ver:

O que é Taxa Selic?

Quem define a taxa Selic?

Origem do nome “Selic”

Qual é o valor da taxa Selic hoje?

Por que o Banco Central interrompeu o ciclo de cortes?

Quem é o atual presidente do Banco Central?

Qual é a previsão da Selic para o final de 2025?

O que é reunião do COPOM?

Efeitos das mudanças na Selic;

O que acontece quando a SELIC aumenta?

O que acontece quando a SELIC diminui?

Quais investimentos são afetados pela Selic?

Taxa Selic e CDI: qual a relação?

Veja as datas das próximas reuniões do Copom;

Dúvidas frequentes.

O que é Taxa Selic?

Conforme explicamos em nosso artigoO que Selic e CDI e como elas funcionam?”, a Selic, também chamada de taxa básica de juros, é a taxa básica da economia brasileira e foi criada em 1978.

Ela influencia outras taxas de juros do país, como as taxas de empréstimos, de financiamentos e de aplicações financeiras. Isso porque a Selic é a taxa básica de juros da economia. Serve de referência para calcular as taxas de empréstimos bancários e financiamentos, por exemplo. Ou seja, com a Selic alta, o crédito também fica mais custoso.

Quem define a taxa Selic?

A definição da Selic é de responsabilidade do Banco Central do Brasil (BCB). A taxa é o principal instrumento de política monetária para controlar a inflação.

A definição da taxa é realizada nas reuniões do Copom — Comitê de Política Monetária do BCB.

O COPOM é formado pela diretoria do Banco Central. O comitê se reúne 8 vezes por ano. O que ocorre a cada 45 dias.

Origem do nome “Selic”

O nome Selic vem da sigla do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia, que é uma infraestrutura do mercado financeiro administrada pelo BCB.

Qual é o valor da taxa Selic hoje?

A Selic hoje está em 15% ao ano. Isso por conta da manunteção dos juros pelo Banco Central na última reunião. A última alta foi de 0,25%, saindo de 14,75% para 15% ao ano, que ocorreu em junho. Nas reuniões de julho e setembro o BACEN decidiu pela manunteção da taxa, interrompendo assim o processo de alta da taxa básica de juros da economia, a Selic.

Por fim, a ultima reunião, que ocorreu hoje, 05/11/2025, novamente o Banco Central manteve a taxa em 15% ao ano. A decisão de manutenção já era esperada pelo mercado financeiro e foi unânime, ou seja, todos os 9  diretores do BACEN votaram por manter a taxa.

Em comunicado ao mercado o Bacen destacou:

“O Comitê avalia que a estratégia de manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta. O Comitê enfatiza que seguirá vigilante, que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e que não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso julgue apropriado”

Ou seja, o Banco Central continua preocupado com a inflação no Brasil. A preocupação do orgão é com o mercado de trabalho no Brasil, que continua forte. O desemprego no Brasil caiu para 5,6% no 3º trimestre, a menor taxa da série histórica do IBGE.

Outro preocupação do BC é o ambiente externo, principalmente os Estados Unidos, destcando:

“O ambiente externo ainda se mantém incerto em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais. Tal cenário exige particular cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por tensão geopolítica”

Cabe ressaltar que a decisão foi unânime, ou seja, todos os 9 diretores do BACEN votaram pela manutenção da Selic em 15%, inclusive os 7 membros indicados pelo atual governo. Dessa forma, além de Gabriel Galípolo, presidente do BC, votaram os diretores:

Nilton David (política monetária);

Ailton de Aquino Santos (fiscalização);

Izabela Correa (relacionamento institucional, cidadania e supervisão de conduta);

Diogo Abry Guillen (política econômica);

Gilneu Vivan (regulação);

Paulo Picchetti (assuntos internacionais e gestão de riscos corporativos);

Renato Dias de Brito Gomes (organização do sistema financeiro); e

Rodrigo Alves Teixeira (administração).

Com a nova taxa o Bacen interrompe a sequência de alta dos juros básicos da economia brasileira.

O Banco Central justificou a decisão citando alguns fatores: cenário marcado pelo risco de alta da inflação continuar acima da meta, crise mundial criada pela política econômica dos Estados Unidos, com taxação dos paises mundo a fora, economia aquecida e mercado de trabalho também aquecido.

No final deste artigo temos o histório da taxa SELIC desde o ano de 1996..

Banco-Central-Selic
Banco-Central-Selic

Confira abaixo na íntegra o comunicado da decisão:

“O ambiente externo ainda se mantém incerto em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais. Tal cenário exige particular cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por tensão geopolítica.

Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores segue apresentando, conforme esperado, trajetória de moderação no crescimento da atividade econômica, mas o mercado de trabalho ainda mostra dinamismo. Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes apresentaram algum arrefecimento, mas mantiveram-se acima da meta para a inflação.

As expectativas de inflação para 2025 e 2026 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 4,5% e 4,2%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o segundo trimestre de 2027, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,3% no cenário de referência.

Os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, seguem mais elevados do que o usual. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada, tendo impactos sobre o cenário de inflação; (ii) uma desaceleração global mais pronunciada decorrente do choque de comércio e de um cenário de maior incerteza; e (iii) uma redução nos preços das commodities com efeitos desinflacionários.

O Comitê segue acompanhando os anúncios referentes à imposição de tarifas comerciais pelos EUA ao Brasil, e como os desenvolvimentos da política fiscal doméstica impactam a política monetária e os ativos financeiros, reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza. O cenário segue sendo marcado por expectativas desancoradas, projeções de inflação elevadas, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho. Para assegurar a convergência da inflação à meta em ambiente de expectativas desancoradas, exige-se uma política monetária em patamar significativamente contracionista por período bastante prolongado.

O Copom decidiu manter a taxa básica de juros em 15,00% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.

O cenário atual, marcado por elevada incerteza, exige cautela na condução da política monetária. O Comitê avalia que a estratégia de manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta. O Comitê enfatiza que seguirá vigilante, que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e que não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso julgue apropriado.”

Por que o Banco Central  manteve o ciclo de aumento da Selic?

Entenda como age o BC

A SELIC é o principal instrumento do Banco Central para combater a inflação no país. Neste cenário, para definir os juros, o BACEN atua com base no sistema de metas. Se a inflçaão está dentro da meta, pode baixar os juros. Por  outro lado, se a inflação sobe o banco tende a manter ou subir a Selic.

Em  comunicado ao mercado o BC declarou:

“Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes mantiveram-se acima da meta para a inflação. As expectativas de inflação para 2025 e 2026 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 5,1% e 4,4%, respectivamente.”

De acordo com economistas, outra razão para o aumento da Selic é Inflação, principlamente a medida pelo IPCA. Conforme detalhamos no artigo “Qual IPCA hoje? Tabela IPCA 2024 atualizada” o IPCA de setembro teve alta de 0,48%, um valor muito superior do índice de agosto, que foi de queda de 0,11% ao mês. Neste cenário, as expectativas de inflação para 2025 e 2026 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, em 5,1% e 4,4%, respectivamente

Há ainda uma preocupação que a atividade econômica e o mercado de trabalho brasileiro continuam apresentando um desempenho acima do esperado, o que pode contribuir para um aumento dos preços. Ou seja, para o Banco Central a economia está aquecida e o emprego em alta, o que, em sua visão, cria risco inflacionário.

Como falamos antes, o desemprego foi recorde, o número de desoculpados atinge 6,3 milhões de pessoas, um valor ainda alto, mas o menor da história.  Por outro lado, o número de ocupados chega ao recorde de 102,3 milhões.

O emprego com carteira assinada, o rendimento salarial médio e massa salarial também atingem máximas.

Negociação de dividas
Dinheiro espalhado

Inflação que preocupa

Os motivos da inflação são:

  • Alto nível de atividade econômica;
  • Mercado de trabalho aquecido;
  • Cenário internacional conturbado com o início da guerra comercial de Donald Trump com o resto do mundo.

O BACEN continua preocupado a combinação entre economia aquecida e inflação. Em 2024, o PIB brasileiro subiu 3,4%, já o IPCA avançou 5,17% em setembro, acima do teto da meta de inflação de 4,5%.

Diante de várias críticas sobre a alta recente das taxas de juros, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse em esse ano na Câmara dos Deputados que:

“A política monetária no Brasil precisa ser mais dura que a de outros países para obter os mesmos efeitos”.

Em relação às próximas reuniões, o comite confirmou que elevará a Selic na reunião de maio, mas não informou se as altas continuarão nas demais reuniões.

“Para além da próxima reunião, o comitê reforça que a magnitude total do ciclo de aperto monetário será ditada pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta e dependerá da evolução da dinâmica da inflação”

Gabriel Galipolo presidente do banco central
Roque de Sá/Agência Senado

Quem é o atual presidente do Banco Central?

O economista Gabriel Galípolo, o ex-diretor de política monetária do Banco, assumiu a presidência do BACEN com a saída de Campos Neto. Galípolo foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e aprovado, em outubro, pelo Senado. Já Campos Neto, foi indicado pelo ex-presidente Bolsonaro.

A reunião do Copom, que elevou a SELIC para 14,25% foi presidita pelo nono presidente. A última sob o comando Roberto Campos Neto ocorreu em dezembro de 2024, que deixou a presidência do Banco no ínicio desse ano.

Essa é a segunda reunião do Copom chefiada por  Gabriel Galípolo, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ele assumiu em janeiro deste ano.

Qual é a previsão da Selic para final de 2025?

Analistas do mercado financeiro mantiveram a projeção para taxa Selic em 2025 para os atuais 15%. Todavia, o mercado tem errado muito em sua previsões, chegando a errar 95% das previsões econômicas desde 2021, conforme detalhamos em nosso artigo “Mercado erra previsões econômicas no Brasil: Erro ou manipulação?

O mercado financeiro mudou bastante sua previsão da taxa para o final de 2024. Enquanto em janeiro a expectativa era que a Selic encerrasse o ano em 9%, em setembro já se previa que a Selic ficasse nos atuais 11,25%.

Segundo o boletim Focus, divulgado pelo Banco Central (BC) em setembro, havia projeção que a Selic fechasse 2024 em 11,25%, o que não ocorreu, já que a taxa já está em 12.25%. A ata da última reunião (29/01/2025) divulgada no inicio do mês, espera que a SELIC feche em 15% no final do ano.

Atualmente o mercado espera que o ciclo de alta dos juros se encerre somente em abril/2025, quando a Selic deve chegar em 14,25% ao ano. Sobre esse cenário, o Bacen declarou:

“O ambiente externo permanece desafiador, em função, principalmente, da conjuntura econômica incerta nos Estados Unidos, o que suscita maiores dúvidas sobre os ritmos da desaceleração, da desinflação e, consequentemente, sobre a postura do Fed”.

Qual a previsão da Selic para 2026 e 2027?

Para 2026 a previsão é da SELIC chegar em 12,50% ao ano. Enquanto que para  2027 a estimativa passou para 10,50%, o que antes 10%.

Efeitos da selic
Imagem Pexel.

O que é reunião do COPOM?

É a reunião para definição da taxa Selic. A reunião do Copom ocorre em dois dias seguidos.

No primeiro dia, o comité estuda sobre a conjuntura econômica atual, analisando nível de atividade, câmbio, finanças públicas, cenário econômico internacional, entre outros. Já no segundo dia, é realizado uma apresentação técnica sobre o cenário inflacionário e definido decidem a taxa Selic por maioria simples.

foto reunião copom
Foto da reunião do Banco Central.

Efeitos das mudanças na Taxa Selic

A taxa é um dos principais indicadores para remuneração dos investimentos em Renda Fixa no Brasil. Dessa forma, o aumento ou diminuição da taxa afeta a inflação, os investimentos, os empréstimos e toda a economia.

Adicionalmente, uma SELIC maior tende a trazer outras consequências na economia

1) Reflexo nos juros bancários: a tendência é que a alta da Selic influencie as taxas cobradas pelo bancos em emprestimos.

2) Crescimento da economia: com juros mais altos, a expectativa é de um crescimento do consumo menor, além de fazer com que empresas diminuam os invetsimentos no país. Como concequencia temos um menor crescimento do PIB brasiliero e dimunuição do empregfo e da renda.

3) Piora das contas públicas: juros mais altos prejudicam as contas públicas, pois aumentam as despesas com juros da dívida pública.

Efeitos da Selic
Efeitos da Selic
Efeitos da selic
Efeitos da selic

O que acontece quando a SELIC aumenta?

A Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira. Influenciando diretamente as alíquotas cobradas de empréstimos, financiamentos e investimentos. No mercado financeiro, impacta o rendimento de muitas aplicações financeiras, como CDB, LCA, LCI, dentre outras.

Ao aumentar a Selic, o Banco Central tem como objetivo desacelerar a economia. Com juros mais altos, os empréstimos ficam mais caros, tanto para as pessoas, como para empresas. O que diminui o consumo e os investimentos.

Com vendas menores, a tendencia é a queda dos preços. Dessa forma, o BCB aumenta a Selic para controlar o aumento dos preços, ou seja, da inflação.

O que acontece quando a taxa SELIC diminui?

Ao abaixar a Selic, o BCB tem objetivo contrário, assim, ele deseja aquecer a economia por meio do aumento do consumo.

Com juros mais baixos, os empréstimos ficam mais baratos. O que aumenta o consumo das famílias e os investimentos das empresas.

Quais investimentos são afetados pela Taxa Selic?

Alterações na taxa básica impacta na rentabilidade de diversos investimentos, dentre os quais citamos alguns exemplos:

  • Títulos do Tesouro Direto remunerados pela Selic;
  • Caderneta de poupança;
  • Investimentos de renda fixa, a exemplo do CDB, LCA, LCI, dentre outros.

Aprenda o que é renda fixa em nosso artigo O que é Renda Fixa?

CDB: é a sigla para “Certificado de Depósito Bancário”, para aprender tudo sobre CDB veja no artigo “O que é CDB e como funciona

LCI e LCA: São as “Letras de Crédito Imobiliário e Letras de Crédito do Agronegócio”, para aprender tudo sobre CDB veja no artigo “O que é LCA e LCI?

Taxa Selic e CDI: qual a relação?

O CDI é a sigla de Certificado de Depósito Interbancário. Que é o nome dos empréstimos que os bancos fazem entre si para fechar o dia no positivo.

Apesar da SELIC e o CDI não tem exatamente a mesma taxa, ambas seguem uma mesma tendência, ficando bem próximas em seus valores.

Veja as datas das próximas reuniões do Copom:

As atas do Copom serão publicadas às 8 horas da terça-feira seguinte às reuniões do comitê. Pelo calendário de 2025, as reuniões serão nos seguintes dias:
* 9 e 10 de dezembro

Fonte: Banco Central (BCB)

Duvidas
Duvidas

Dúvidas frequentes

Qual é a SELIC Hoje?

A taxa Selic hoje é 15% e foi definida em 18 de junho de 2025 e mantida na reunião de hoje, 05 de novembro

Quando será a próxima definição da Selic?

A próxima reunião do Copom que definirá a nova Selic será nos dias 9 e 10 de dezembro

Quem define a taxa Selic?

A taxa é definida pelo Banco Central do Brasil, por meio do COPOM.

O que acontece quando a SELIC aumenta?

Os empréstimos ficam mais caros, diminuindo o consumo, ajudando assim a diminuir a inflação no país.

O que acontece quando a SELIC diminui?

Os empréstimos ficam mais baixos e isso aumenta o consumo e os investimentos no país.

Qual a previsão da Selic para o final de 2025, 2026 e 2027?

O mercado reduziu a previsão da taxa Selic para o final de 2025, prevendo que os juros básicos se mantenha nos atuais 14,75%. Já para 2026 a previsão é de chegar em 12,50%. Enquanto que para  2027 a estimativa passou para 10,50%, o que antes 10%.

Qual o histório da SELIC desde 1996?

ReuniãoPeríodo de vigênciaMeta Selic
% a.a.
data
271ª18/06/202520/06/2025 –        15,00
270ª07/05/202508/05/2025 – 19/06/2025        14,75
269ª19/03/202520/03/2025 – 07/05/2025        14,25
268ª29/01/202530/01/2025 – 19/03/2025        13,25
267ª11/12/202412/12/2024 – 29/01/2025        12,25
266ª06/11/202407/11/2024 – 11/12/2024        11,25
265ª18/09/202419/09/2024 – 06/11/2024        10,75
264ª31/07/202401/08/2024 – 18/09/2024        10,50
263ª19/06/202420/06/2024 – 31/07/2024        10,50
262ª08/05/202409/05/2024 – 19/06/2024        10,50
261ª20/03/202421/03/2024 – 08/05/2024        10,75
260ª31/01/202401/02/2024 – 20/03/2024        11,25
259ª13/12/202314/12/2023 – 31/01/2024        11,75
258ª01/11/202303/11/2023 – 13/12/2023        12,25
257ª20/09/202321/09/2023 – 02/11/2023        12,75
256ª02/08/202303/08/2023 – 20/09/2023        13,25
255ª21/06/202322/06/2023 – 02/08/2023        13,75
254ª03/05/202304/05/2023 – 21/06/2023        13,75
253ª22/03/202323/03/2023 – 03/05/2023        13,75
252ª01/02/202302/02/2023 – 22/03/2023        13,75
251ª07/12/202208/12/2022 – 01/02/2023        13,75
250ª26/10/202227/10/2022 – 07/12/2022        13,75
249ª21/09/202222/09/2022 – 26/10/2022        13,75
248ª03/08/202204/08/2022 – 21/09/2022        13,75
247ª15/06/202217/06/2022 – 03/08/2022        13,25
246ª04/05/202205/05/2022 – 16/06/2022        12,75
245ª16/03/202217/03/2022 – 04/05/2022        11,75
244ª02/02/202203/02/2022 – 16/03/2022        10,75
243ª08/12/202109/12/2021 – 02/02/2022          9,25
242ª27/10/202128/10/2021 – 08/12/2021          7,75
241ª22/09/202123/09/2021 – 27/10/2021          6,25
240ª04/08/202105/08/2021 – 22/09/2021          5,25
239ª16/06/202117/06/2021 – 04/08/2021          4,25
238ª05/05/202106/05/2021 – 16/06/2021          3,50
237ª17/03/202118/03/2021 – 05/05/2021          2,75
236ª20/01/202121/01/2021 – 17/03/2021          2,00
235ª09/12/202010/12/2020 – 20/01/2021          2,00
234ª28/10/202029/10/2020 – 09/12/2020          2,00
233ª16/09/202017/09/2020 – 28/10/2020          2,00
232ª05/08/202006/08/2020 – 16/09/2020          2,00
231ª17/06/202018/06/2020 – 05/08/2020          2,25
230ª06/05/202007/05/2020 – 17/06/2020          3,00
229ª18/03/202019/03/2020 – 06/05/2020          3,75
228ª05/02/202006/02/2020 – 18/03/2020          4,25
227ª11/12/201912/12/2019 – 05/02/2020          4,50
226ª30/10/201931/10/2019 – 11/12/2019          5,00
225ª18/09/201919/09/2019 – 30/10/2019          5,50
224ª31/07/201901/08/2019 – 18/09/2019          6,00
223ª19/06/201921/06/2019 – 31/07/2019          6,50
222ª08/05/201909/05/2019 – 20/06/2019          6,50
221ª20/03/201921/03/2019 – 08/05/2019          6,50
220ª06/02/201907/02/2019 – 20/03/2019          6,50
219ª12/12/201813/12/2018 – 06/02/2019          6,50
218ª31/10/201801/11/2018 – 12/12/2018          6,50
217ª19/09/201820/09/2018 – 31/10/2018          6,50
216ª01/08/201802/08/2018 – 19/09/2018          6,50
215ª20/06/201821/06/2018 – 01/08/2018          6,50
214ª16/05/201817/05/2018 – 20/06/2018          6,50
213ª21/03/201822/03/2018 – 16/05/2018          6,50
212ª07/02/201808/02/2018 – 21/03/2018          6,75
211ª06/12/201707/12/2017 – 07/02/2018          7,00
210ª25/10/201726/10/2017 – 06/12/2017          7,50
209ª06/09/201708/09/2017 – 25/10/2017          8,25
208ª26/07/201727/07/2017 – 06/09/2017          9,25
207ª31/05/201701/06/2017 – 26/07/2017        10,25
206ª12/04/201713/04/2017 – 31/05/2017        11,25
205ª22/02/201723/02/2017 – 12/04/2017        12,25
204ª11/01/201712/01/2017 – 22/02/2017        13,00
203ª30/11/201601/12/2016 – 11/01/2017        13,75
202ª19/10/201620/10/2016 – 30/11/2016        14,00
201ª31/08/201601/09/2016 – 19/10/2016        14,25
200ª20/07/201621/07/2016 – 31/08/2016        14,25
199ª08/06/201609/06/2016 – 20/07/2016        14,25
198ª27/04/201628/04/2016 – 08/06/2016        14,25
197ª02/03/201603/03/2016 – 27/04/2016        14,25
196ª20/01/201621/01/2016 – 02/03/2016        14,25
195ª25/11/201526/11/2015 – 20/01/2016        14,25
194ª21/10/201522/10/2015 – 25/11/2015        14,25
193ª02/09/201503/09/2015 – 21/10/2015        14,25
192ª29/07/201530/07/2015 – 02/09/2015        14,25
191ª03/06/201504/06/2015 – 29/07/2015        13,75
190ª29/04/201530/04/2015 – 03/06/2015        13,25
189ª04/03/201505/03/2015 – 29/04/2015        12,75
188ª21/01/201522/01/2015 – 04/03/2015        12,25
187ª03/12/201404/12/2014 – 21/01/2015        11,75
186ª29/10/201430/10/2014 – 03/12/2014        11,25
185ª03/09/201404/09/2014 – 29/10/2014        11,00
184ª16/07/201417/07/2014 – 03/09/2014        11,00
183ª28/05/201429/05/2014 – 16/07/2014        11,00
182ª02/04/201403/04/2014 – 28/05/2014        11,00
181ª26/02/201427/02/2014 – 02/04/2014        10,75
180ª15/01/201416/01/2014 – 26/02/2014        10,50
179ª27/11/201328/11/2013 – 15/01/2014        10,00
178ª09/10/201310/10/2013 – 27/11/2013          9,50
177ª28/08/201329/08/2013 – 09/10/2013          9,00
176ª10/07/201311/07/2013 – 28/08/2013          8,50
175ª29/05/201330/05/2013 – 10/07/2013          8,00
174ª17/04/201318/04/2013 – 29/05/2013          7,50
173ª06/03/201307/03/2013 – 17/04/2013          7,25
172ª16/01/201317/01/2013 – 06/03/2013          7,25
171ª28/11/201229/11/2012 – 16/01/2013          7,25
170ª10/10/201211/10/2012 – 28/11/2012          7,25
169ª29/08/201230/08/2012 – 10/10/2012          7,50
168ª11/07/201212/07/2012 – 29/08/2012          8,00
167ª30/05/201231/05/2012 – 11/07/2012          8,50
166ª18/04/201219/04/2012 – 30/05/2012          9,00
165ª07/03/201208/03/2012 – 18/04/2012          9,75
164ª18/01/201219/01/2012 – 07/03/2012        10,50
163ª30/11/201101/12/2011 – 18/01/2012        11,00
162ª19/10/201120/10/2011 – 30/11/2011        11,50
161ª31/08/201101/09/2011 – 19/10/2011        12,00
160ª20/07/201121/07/2011 – 31/08/2011        12,50
159ª08/06/201109/06/2011 – 20/07/2011        12,25
158ª20/04/201121/04/2011 – 08/06/2011        12,00
157ª02/03/201103/03/2011 – 20/04/2011        11,75
156ª19/01/201120/01/2011 – 02/03/2011        11,25
155ª08/12/201009/12/2010 – 19/01/2011        10,75
154ª20/10/201021/10/2010 – 08/12/2010        10,75
153ª01/09/201002/09/2010 – 20/10/2010        10,75
152ª21/07/201022/07/2010 – 01/09/2010        10,75
151ª09/06/201010/06/2010 – 21/07/2010        10,25
150ª28/04/201029/04/2010 – 09/06/2010          9,50
149ª17/03/201018/03/2010 – 28/04/2010          8,75
148ª27/01/201028/01/2010 – 17/03/2010          8,75
147ª09/12/200910/12/2009 – 27/01/2010          8,75
146ª21/10/200922/10/2009 – 09/12/2009          8,75
145ª02/09/200903/09/2009 – 21/10/2009          8,75
144ª22/07/200923/07/2009 – 02/09/2009          8,75
143ª10/06/200911/06/2009 – 22/07/2009          9,25
142ª29/04/200930/04/2009 – 10/06/2009        10,25
141ª11/03/200912/03/2009 – 29/04/2009        11,25
140ª21/01/200922/01/2009 – 11/03/2009        12,75
139ª10/12/200811/12/2008 – 21/01/2009        13,75
138ª29/10/200830/10/2008 – 10/12/2008        13,75
137ª10/09/200811/09/2008 – 29/10/2008        13,75
136ª23/07/200824/07/2008 – 10/09/2008        13,00
135ª04/06/200805/06/2008 – 23/07/2008        12,25
134ª16/04/200817/04/2008 – 04/06/2008        11,75
133ª05/03/200806/03/2008 – 16/04/2008        11,25
132ª23/01/200824/01/2008 – 05/03/2008        11,25
131ª05/12/200706/12/2007 – 23/01/2008        11,25
130ª17/10/200718/10/2007 – 05/12/2007        11,25
129ª05/09/200706/09/2007 – 17/10/2007        11,25
128ª18/07/200719/07/2007 – 05/09/2007        11,50
127ª06/06/200707/06/2007 – 18/07/2007        12,00
126ª18/04/200719/04/2007 – 06/06/2007        12,50
125ª07/03/200708/03/2007 – 18/04/2007        12,75
124ª24/01/200725/01/2007 – 07/03/2007        13,00
123ª29/11/200630/11/2006 – 24/01/2007        13,25
122ª17/10/200618/10/2006 – 29/11/2006        13,75
121ª30/08/200631/08/2006 – 17/10/2006        14,25
120ª19/07/200620/07/2006 – 30/08/2006        14,75
119ª31/05/200601/06/2006 – 19/07/2006        15,25
118ª19/04/200620/04/2006 – 31/05/2006        15,75
117ª08/03/200609/03/2006 – 19/04/2006        16,50
116ª18/01/200619/01/2006 – 08/03/2006        17,25
115ª14/12/200515/12/2005 – 18/01/2006        18,00
114ª23/11/200524/11/2005 – 14/12/2005        18,50
113ª19/10/200520/10/2005 – 23/11/2005        19,00
112ª14/09/200515/09/2005 – 19/10/2005        19,50
111ª17/08/200518/08/2005 – 14/09/2005        19,75
110ª20/07/200521/07/2005 – 17/08/2005        19,75
109ª15/06/200516/06/2005 – 20/07/2005        19,75
108ª18/05/200519/05/2005 – 15/06/2005        19,75
107ª20/04/200522/04/2005 – 18/05/2005        19,50
106ª16/03/200517/03/2005 – 21/04/2005        19,25
105ª16/02/200517/02/2005 – 16/03/2005        18,75
104ª19/01/200520/01/2005 – 16/02/2005        18,25
103ª15/12/200416/12/2004 – 19/01/2005        17,75
102ª17/11/200418/11/2004 – 15/12/2004        17,25
101ª19/10/200420/10/2004 – 17/11/2004        16,75
100ª15/09/200416/09/2004 – 19/10/2004        16,25
99ª18/08/200419/08/2004 – 15/09/2004        16,00
98ª21/07/200422/07/2004 – 18/08/2004        16,00
97ª16/06/200417/06/2004 – 21/07/2004        16,00
96ª19/05/200420/05/2004 – 16/06/2004        16,00
95ª14/04/200415/04/2004 – 19/05/2004        16,00
94ª17/03/200418/03/2004 – 14/04/2004        16,25
93ª18/02/200419/02/2004 – 17/03/2004        16,50
92ª21/01/200422/01/2004 – 18/02/2004        16,50
91ª17/12/200318/12/2003 – 21/01/2004        16,50
90ª19/11/200320/11/2003 – 17/12/2003        17,50
89ª22/10/200323/10/2003 – 19/11/2003        19,00
88ª17/09/200318/09/2003 – 22/10/2003        20,00
87ª20/08/200321/08/2003 – 17/09/2003        22,00
86ª23/07/200324/07/2003 – 20/08/2003        24,50
85ª18/06/200319/06/2003 – 23/07/2003        26,00
84ª21/05/200322/05/2003 – 18/06/2003        26,50
83ª23/04/200324/04/2003 – 21/05/2003        26,50
82ª19/03/200320/03/2003 – 23/04/2003        26,50
81ª19/02/200320/02/2003 – 19/03/2003        26,50
80ª22/01/200323/01/2003 – 19/02/2003        25,50
79ª18/12/200219/12/2002 – 22/01/2003        25,00
78ª20/11/200221/11/2002 – 18/12/2002        22,00
77ª22/10/200223/10/2002 – 20/11/2002        21,00
76ª14/10/200215/10/2002 – 22/10/2002        21,00
75ª18/09/200219/09/2002 – 14/10/2002        18,00
74ª21/08/200222/08/2002 – 18/09/2002        18,00
73ª17/07/200218/07/2002 – 21/08/2002        18,00
72ª19/06/200220/06/2002 – 17/07/2002        18,50
71ª22/05/200223/05/2002 – 19/06/2002        18,50
70ª17/04/200218/04/2002 – 22/05/2002        18,50
69ª20/03/200221/03/2002 – 17/04/2002        18,50
68ª20/02/200221/02/2002 – 20/03/2002        18,75
67ª23/01/200224/01/2002 – 20/02/2002        19,00
66ª19/12/200120/12/2001 – 23/01/2002        19,00
65ª21/11/200122/11/2001 – 19/12/2001        19,00
64ª17/10/200118/10/2001 – 21/11/2001        19,00
63ª19/09/200120/09/2001 – 17/10/2001        19,00
62ª22/08/200123/08/2001 – 19/09/2001        19,00
61ª18/07/200119/07/2001 – 22/08/2001        19,00
60ª20/06/200121/06/2001 – 18/07/2001        18,25
59ª23/05/200124/05/2001 – 20/06/2001        16,75
58ª18/04/200119/04/2001 – 23/05/2001        16,25
57ª21/03/200122/03/2001 – 18/04/2001        15,75
56ª14/02/200115/02/2001 – 21/03/2001        15,25
55ª17/01/200118/01/2001 – 14/02/2001        15,25
54ª20/12/200021/12/2000 – 17/01/2001        15,75
53ª22/11/200023/11/2000 – 20/12/2000        16,50
52ª18/10/200019/10/2000 – 22/11/2000        16,50
51ª20/09/200021/09/2000 – 18/10/2000        16,50
50ª23/08/200024/08/2000 – 20/09/2000        16,50
49ª19/07/200020/07/2000 – 23/08/2000        16,50
*07/07/200010/07/2000 – 19/07/2000        17,00
48ª20/06/200021/06/2000 – 07/07/2000        17,50
47ª24/05/200025/05/2000 – 20/06/2000        18,50
46ª19/04/200020/04/2000 – 24/05/2000        18,50
*28/03/200029/03/2000 – 19/04/2000        18,50
45ª22/03/200023/03/2000 – 28/03/2000        19,00
44ª16/02/200017/02/2000 – 22/03/2000        19,00
43ª19/01/200020/01/2000 – 16/02/2000        19,00
42ª15/12/199916/12/1999 – 19/01/2000        19,00
41ª10/11/199911/11/1999 – 15/12/1999        19,00
40ª06/10/199907/10/1999 – 10/11/1999        19,00
39ª22/09/199923/09/1999 – 06/10/1999        19,00
38ª01/09/199902/09/1999 – 22/09/1999        19,50
37ª28/07/199929/07/1999 – 01/09/1999        19,50
36ª23/06/199924/06/1999 – 28/07/1999        21,00
*08/06/199909/06/1999 – 23/06/1999        22,00
35ª19/05/199920/05/1999 – 08/06/1999        23,50
*12/05/199913/05/1999 – 19/05/1999        27,00
*07/05/199910/05/1999 – 12/05/1999        29,50
*28/04/199929/04/1999 – 07/05/1999        32,00
34ª14/04/199915/04/1999 – 28/04/1999        34,00
*05/04/199906/04/1999 – 14/04/1999        39,50
*25/03/199925/03/1999 – 05/04/1999        42,00
33ª04/03/199905/03/1999 – 24/03/1999        45,00
32ª18/01/199919/01/1999 – 04/03/1999        25,00
31ª16/12/199817/12/1998 – 18/01/1999        29,00
30ª11/11/199812/11/1998 – 16/12/1998        19,00
29ª07/10/199808/10/1998 – 11/11/1998        19,00
28ª10/09/199811/09/1998 – 07/10/1998        19,00
27ª02/09/199803/09/1998 – 10/09/1998        19,00
26ª29/07/199830/07/1998 – 02/09/1998        19,75
25ª24/06/199825/06/1998 – 29/07/1998        21,00
24ª20/05/199821/05/1998 – 24/06/1998        21,75
23ª15/04/199816/04/1998 – 20/05/1998        23,25
22ª04/03/199805/03/1998 – 15/04/1998        28,00
21ª28/01/199829/01/1998 – 04/03/1998        34,50
20ª17/12/199702/01/1998 – 28/01/1998        38,00
19ª19/11/199701/12/1997 – 31/12/1997          2,90
18ª30/10/199731/10/1997 – 30/11/1997          3,05
17ª22/10/199701/11/1997 – 30/11/1997          1,00
16ª17/09/199701/10/1997 – 30/10/1997          1,58
15ª20/08/199701/09/1997 – 30/09/1997          1,58
14ª23/07/199701/08/1997 – 31/08/1997          1,58
13ª18/06/199701/07/1997 – 31/07/1997          1,58
12ª21/05/199701/06/1997 – 30/06/1997          1,58
11ª16/04/199701/05/1997 – 31/05/1997          1,58
10ª19/03/199701/04/1997 – 30/04/1997          1,58
19/02/199701/03/1997 – 31/03/1997          1,62
22/01/199701/02/1997 – 28/02/1997          1,66
18/12/199601/01/1997 – 31/01/1997          1,70
27/11/199601/12/1996 – 31/12/1996          1,74
23/10/199601/11/1996 – 30/11/1996          1,78
23/09/199601/10/1996 – 31/10/1996          1,82
21/08/199601/09/1996 – 30/09/1996          1,88
30/07/199601/08/1996 – 31/08/1996          1,90
26/06/199601/07/1996 – 31/07/1996          1,90
  • Decisão do Presidente do BC, em consonância com o viés estabelecido na reunião do Copom. A data correspondente refere-se à data do comunicado da decisão.

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